Παρασκευή, 10 Μαΐου 2013

Το Πασχαλινό Μήνυμα του Πάπα και Πατριάρχου Αλεξανδρείας και πάσης Αφρικής κ.κ. Θεοδώρου Β΄ στα πορτογαλικά

Από την  Ιερά Επισκοπή Μοζαμβίκης

 
THEODOROS II,
PELA GRAÇA DE DEUS, O PAPA E PATRIARCA DE ALEXANDRIA E DE TODA A AFRICA PARA INTEGRIDADE DO NOSSO TRONO APOSTÓLICO E PATRIARCAL
GRAÇA E MISERICÓRDIA E PAZ DO NOSSO SENHOR RESSUSCITADO E DEUS E SALVADOR JESUS CRISTO

Meus queridos irmãos e irmãs,
Cristo ressuscitou!
O Filho de Deus tornou-se Encarnado para que o homem pudesse ser restaurado à sua anterior plenitude. O Filho de Deus foi crucificado para que o homem pudesse formar um relacionamento redentor de comunhão com Deus. O Filho de Deus aboliu a morte para que o homem pudesse adquirir a perspectiva de salvação; uma perspectiva fundada no amor incorruptível, incondicional e ilimitado de Deus pela humanidade.
A salvação, através da Cruz e da Ressurreição de Cristo, significa que todos os obstáculos que ofuscam o coração da humanidade são abolidos. A Salvação significa que a doença que esconde Deus do homem é curada. A Salvação significa o reconhecimento diário da humanidade através de seu alinhamento existencial com a vida do Próprio Cristo.
A existência aberta predominante de Deus são as crianças.  As crianças têm uma capacidade muito distinta para admirar, para se encantar e para experimentar a alegria e a infelicidade.  As crianças têm uma capacidade muito distinta para confiar, de se abrir ao amor, para acreditar com todo o seu ser.  Elas têm a capacidade de ver, de ouvir, de sentir tudo o que os adultos deixaram de ver, de ouvir, de sentir. Por isso Cristo nos disse: “Fazei-vos como crianças”  (Mateus 18:03).
Contudo, hoje, o direito das crianças de experimentar a existência de Deus está ameaçado.  O seu direito de escapar da dura realidade diária está ameaçado.  O seu direito de transcender a desconfiança cínica dos adultos está ameaçado.  O seu direito, que o mundo dos adultos muitas vezes se esquece, de viver em Cristo está ameaçado.
As crianças caem vítimas de conflitos civis e fanatismo religioso. As crianças são iniciadas desde a sua tenra idade a servir o auto-interesse. As crianças tornam-se objecto de exploração laboral.  As crianças vêm a conhecer a violência familiar.  As crianças são sub-nutridas e não têm cuidados médicos. As crianças vivem com a perspectiva de um holocausto ambiental devido ao abuso da criação de Deus.
Meus queridos irmãos e irmãs,
Cristo disse: “Deixai que venham a mim as crianças e não as impeçais, porque a elas pertence o Reino de Deus”. (Marcos 10:13-14).  Esta ordem tem de ser transformada num grande abraçar das crianças que, sem terem culpa, estão cicatrizadas pelas escolhas dos adultos.  Através desta ordem, é necessário reajustar a identidade infantil, porque esta tem sido prejudicada pela instabilidade dos nossos tempos.  É absolutamente necessário que esta ordem signifique o retorno à beleza original da infância para implementação das palavras do Senhor: “Quem não receber o reino de Deus como uma criança, não entrará nele”  (Marco 10:15-16).
É esta ordem do Evangelho que a Igreja Ortodoxa de África põe em prática, trabalhando muito para construir um mundo de respeito e solidariedade pelas crianças.  Através do seu testemunho e das suas actividades, a Igreja Ortodoxa de África assume, transforma e renova as almas traumatizadas das crianças.  Articula a sua própria proposta para a vida, a sua própria hierarquia da vida, no topo da qual está a criança como portadora dinâmica de perspectivas promissoras para um mundo que é a verdade no amor.

(assinado)
Papa e Patriarca de Alexandria e de Toda a África

Na grande cidade de Alexandria
Páscoa Santa 2013

http://orthomoz.blogspot.gr/

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